terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Deus Ex: Human Revolution - Jogo PC









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Vale vende quatro dos 19 navios do Almirante Agnelli


Deu agora à noite no Valor Econômico:

Os "Vale Itália" e "Vale Rio de Janeiro": nem chegaram, já vão

“A Vale já começou a tocar a nova estratégia da empresa desenhada por Murilo Ferreira, presidente executivo da companhia, para a área de navegação de longo curso. A mineradora acaba de vender a armadores asiáticos quatro dos 19 navios encomendados a estaleiros coreanos e chineses na gestão anterior de Roger Agnelli, confirmou fonte da companhia ao Valor.

A meta da Vale para 2012, adiantou o interlocutor, é colocar os restantes 15 supermineraleiros a venda, mas sempre com contrato de longo prazo vinculado a transação. A nova estratégia foi aprovada na semana passada pelo conselho de administração.

O recente episódio do supernavio Beijing, contratado pela Vale da coreana STX Pan Ocean, que quase afundou quando carregava minério de ferro da empresa no píer I do porto de Ponta Madeira, em São Luís, no Maranhão, e mais a surpreendente resistência dos portos chineses em receber as embarcações da Vale foram a gota d’água para Ferreira colocar em prática a nova logística de transporte marítimo no mercado transoceânico de minério.”

A operação, na verdade, não será totalmente de venda de navios, mas de repasse ou cancelamento de seus contratos de construção, sobretudo no caso dos contratados junto ao sul-coreano STX. Embora a materia não informe, os quatro navios vendidos devem ser o Vale Brasil, Vale Rio de Janeiro, Vale Itália, além do Vale Beijing, que está avariado em São Luis. Há pelo menos outros dois já lançados, em acabamento.

Uma operação totalmente desastrosa, feita de velocidade e em escala totalmente imprudentes – os 19 navios são todos da classe Chinamax, os maiores do mundo, com 400 mil toneladas de porte bruto – movida pela voracidade de exportar rapidamente tanto minério quanto possível, da mesma forma como Roger Agnelli se livrou, em apenas dois anos – entre 2001 e 2003 – da frota própria da Vale, a Docenave.

Esse era o “ídolo” empresarial dos neoliberais, o homem da “eficiência”, com a experiência de uma almirante de banheira e sua frota de patinhos de borracha

Programação Janeiro - Cine Clube do Centro Cultural BNB


O Cineclube do Centro Cultural Banco do Nordeste exibirá no mês de Janeiro a Mostra de Cinema Contemporâneo.

Dias 03, 10, 17, 24 e 31 de Janeiro, as 17 horas, no Cine Clube do Centro Cultural BNB. ENTRADA GRATUITA




Dia 03 - O Filho da Noiva, de Juan José Campanella
Dia 10 - Mar Adentro, de Alejandro Amenábar
Dia 17 - Nove Rainhas, de Fabián Bielinsky
Dia 24 - Mãos Que Curam, de Oskar Santos
Dia 31 - Lunar, de Duncan Jones

Após as exibições haverá debates.



Dia 03/01, 3ºfeira, as 17 horas

O FILHO DA NOIVA, de Juan José Campanella.

Enredo
Aos 42 anos Rafael Belvedere está em crise, pois assumiu muitas responsabilidades e não tem mais tempo para qualquer tipo de diversão. Boa parte de seu tempo é gasto no gerenciamento do restaurante fundado por seu pai, o que o faz sentir-se a sombra de seu pai. Rafael raramente visita sua mãe, Norma, que está perdendo a memória, pois ela sempre implica com suas acompanhantes. Sua ex-esposa o acusa de não dar a devida atenção ao filho e ainda há Naty, atual namorada de Rafael, que sempre lhe exige atenção e comprometimento. Em meio a todas estas responsabilidades Rafael sofre um ataque cardíaco, que faz com que se encontre novamente com Juan Carlos, um amigo de infância, que o ajuda a reconstruir seu passado e ver o presente com outros olhos.

El Hijo de la Novia, Argentina, 2001.
Direção: Juan José Campanella.
Elenco: Ricardo Darín, Héctor Alterio, Norma Aleandro, Eduardo Blanco.
120 minutos.
Colorido.
Drama/comédia.
16 anos

Haverá debate após o filme com Aroldo Escudeiro, professor de Psicologia da Unifor




Dia 10/01, 3ºfeira, as 17 horas

MAR ADENTRO, de Alejandro Amenábar.

Enredo
Ramón Sampedro é um homem que luta para ter o direito de pôr fim à sua própria vida. Na juventude ele sofreu um acidente, que o deixou tetraplégico e preso a uma cama por 28 anos. Lúcido e extremamente inteligente, Ramón decide lutar na justiça pelo direito de decidir sobre sua própria vida, o que lhe gera problemas com a igreja, a sociedade e até mesmo seus familiares.

Mar Adentro, Espanha, França, Itália,. 2004.
Direção: Alejandro Amenábar
Elenco: Javier Bardem, Belén Rueda, Lola Dueñas, Mabel Rivera.
125 minutos. Colorido. Drama. 16 anos

Haverá debate após o filme com Emanuel Fragoso, professor de filosofia da UECE.




Dia 17, 3ºfeira, as 17 horas

NOVE RAINHAS, de Fabián Bielinsky.

Enredo
Marcos e Juan são dois picaretas que estão prestes a dar o golpe de suas vidas. Os dois se conhecem numa madrugada, após Juan tentar dar um golpe em um balconista, e resolvem se unir para participar de uma negociação milionária, envolvendo uma série de selos falsificados conhecidos como "Nove Rainhas". Um milionário espanhol está interessado em comprar a série, mas como deixará a cidade ao amanhecer o negócio precisa ser realizado imediatamente. Com isso, o veterano Marcos ensina a Juan os segredos do ofício, sendo que não poderão confiar em ninguém, nem mesmo um no outro.

Nueve Reinas, Argentina, 2000.
Direção: Fabián Bielinsky
Elenco: Ricardo Darín, Gastón Pauls, Leticia Brédice, Ignasi Abadal.
115 minutos. Colorido. Suspense. 14 anos.

Haverá debate após o filme (Debatedor a ser definido)


Dia 24/01, 3ºfeira, as 17 horas

MÃOS QUE CURAM, de Oskar Santos.

Enredo
Diego é um médico tão acostumado a lidar com situações limite, que acabou se tornando imune a dor dos outros. Ele se desligou do seu trabalho, de sua esposa e do compromisso com o seu pai. Durante um inquietante encontro, ameaçam Diego com uma arma. Horas depois lembra-se apenas do som do tiro e a estranha sensação de ter recebido algo mais que um disparo. Diego deverá tomar uma decisão irreversível que afetará a sua própria vida e a de seus entes queridos.

El mal ajeno, Espanha, 2010.
Direção: Oskar Santos.
Elenco: Eduardo Noriega, Belén Rueda, Carlos Leal, Luis Callejo, José Ángel Egido.
107 minutos. Colorido. Drama. 16 anos

Haverá debate após o filme com Selene Regina Mazza, psiciloga professora da Unifor e doutora em Saúde Pública.


Dia 31/01, 3ºfeira, as 17 horas

LUNAR, de Duncan Jones. Terça-feira, dia 31/01, as 17 horas.

Enredo
Astronauta está há três anos isolado em uma nave espacial extraindo um gás lunar para ser usado na Terra como fonte de energia. Seus dias no espaço não serão mais os mesmo a partir do momento em que ele conhece um clone de si mesmo, só que mais novo e mais revoltado, que também está no espaço realizando o mesmo trabalho.

Moon, Inglaterra, 2009.
Direção: Duncan Jones
Elenco: Sam Rockwell, Kevin Spacey, Dominique McElligott, Adrienne Shaw.
97 minutos. Colorido. Ficção Científica. 16 anos

Haverá debate após o filme com Valéria Dallegrave, crítica de cinema e professora de jornalismo da FIC

O livro que desmascarou a imprensa


Por Ricardo Kotscho, no blog Balaio do Kotscho:

"Se a Gazeta Esportiva não deu, ninguém sabe o que aconteceu".

(Slogan de um antigo jornal de São Paulo, nos tempos pré-internet, que ainda inspira muitos jornalistas brasileiros).

*****

Daqui a cem anos, quando os historiadores do futuro contarem a história da velha mídia brasileira, certamente vão reservar um capítulo especial para o que aconteceu em 2011.

Foi o ano em que um livro desmascarou o que ainda restava de importância e influência da chamada grande imprensa na formação da opinião pública brasileira.

O suicídio coletivo foi provocado pelo lançamento de um livro polêmico, A Privataria Tucana, do premiado repórter Amaury Ribeiro Júnior, com denúncias sobre o destino dado a bilhões de reais na época do processo de privatização promovido nos anos FHC.

Como envolve personagens do alto tucanato em nebulosas viagens de dinheiro pelo mundo, o livro foi primeiro ignorado pelos principais veículos do país, com exceção da revista "Carta Capital" e dos telejornais da Rede Record; nos dias seguintes, os poucos que se atreveram a tocar no assunto se limitaram a detonar o livro e o seu autor.

Sem entrar no mérito da obra, o fato é que, em poucos dias, A Privataria Tucana alcançou o topo dos livros mais vendidos do país e invadiu as redes sociais, tornando-se tema dominante nas rodas de conversa do Brasil que tem acesso à internet.

No final de semana, o fenômeno editorial apareceu nas listas de jornais e revistas, mas não mereceu qualquer resenha ou reportagem sobre o seu conteúdo.

Em 47 anos de trabalho nas principais redações da imprensa brasileira, com exceção da revista "Veja", nunca tinha visto nada igual, nem mesmo na época da ditadura militar, quando a gente não era proibido de escrever - apenas, os censores não deixavam publicar.

Foi como se todos houvessem combinado que o livro simplesmente não existiria. Esqueceram-se que há alguns anos o mundo foi revolucionado por um negócio chamado internet, em que todos nos tornamos emissores e receptores de informações, tornando-se impossível esconder qualquer notícia.

O que mais me espantou foi o silêncio dos principais colunistas e blogueiros do país - falo dos profissionais considerados sérios -, muitos deles meus amigos e mestres no ofício, que sempre preservaram sua independência, mesmo quando discordavam da posição editorial da empresa onde estão trabalhando.

Nenhum deles ousou escrever, nem bem nem mal, sobre A Privataria Tucana, com a honrosa exceção de José Simão, o mais sério de todos eles.

Alguns ainda tentaram dar alguma desculpa esfarrapada, como falta de tempo para ler e investigar os documentos publicados no livro, mas a grande maioria simplesmente saiu por aí assobiando e mudando de assunto.

O que aconteceu? Faz algum tempo, as entidades representativas da velha mídia criaram o Instituto Millenium, uma instituição voltada à defesa dos seus interesses e negócios, o que é muito justo.

Sob a bandeira da "defesa da liberdade de expressão", segundo eles sempre ameaçada por malfeitores do PT e de setores do governo federal, os barões da mídia promoveram vários saraus para denunciar os perigos que enfrentavam. O principal deles, claro, era "a volta da censura".

Pois a censura voltou a imperar escandalosamente na semana passada. Só que, desta vez, não promovida por orgãos do Estado, mas pelas próprias empresas jornalísticas abrigadas no Instituto Millenium. Os antigos donos do poder midiático decidiram apagar do mapa, não uma reportagem ou uma foto, mas um livro.

O episódio certamente será um divisor de águas no relacionamento entre a grande imprensa e seus clientes. Por mais que cada vez menos gente acreditasse nessa conversa, seus porta-vozes sempre insistiam em nos garantir que a mídia grande era independente, apartidária, isenta, preocupada apenas em contar o que está acontecendo e denunciar os malfeitos do governo, em defesa do interesse nacional e da felicidade de todos.

Agora, caiu definitivamente a máscara. Neste final de semana, ouvi de várias pessoas, em diferentes ambientes, que vão cancelar assinaturas de publicações em que não confiam mais.

Como jornalista ainda apaixonado pela profissão, fico triste com tudo isso, mas não posso brigar com os fatos. Foi vergonhoso ver o que aconteceu e não deu para esconder. Graças à internet, todo mundo ficou sabendo.

E agora? O que vão dizer aos seus ouvintes, leitores e telespectadores? Que tudo não passou de um engano, uma ilusão de ótica? Vão publicar um "erramos" coletivo ou vai ficar tudo por isso mesmo?

domingo, 18 de dezembro de 2011

A nova dança das cadeiras na Globo


Por Marco Aurélio Mello, no blog DoLaDoDeLá:

Para entender o que acontecerá a partir do início do ano no jornalismo da TV Globo:

1- A criação de um novo cargo na hierarquia, o terceiro, de cima para baixo, para cuidar exclusivamente de internet e TV por assinatura, é um cargo meramente figurativo. Tanto o G1, quanto o Globo News andam com as próprias pernas. Portanto, Luiz Claudio Latge, como se diz no jargão: caiu para cima. Como é um sujeito pouco afeito ao trabalho duro, pelo menos no período em que estivemos lado a lado, para ele está ótimo que seja assim. O melhor é praia sem onda, nem marola.


2- A Diretoria-executiva de jornalismo, entregue à Silvia Faria, é um prêmio à jornalista que soube segurar as pontas nos últimos tempos, em Brasília. Ex-setorista de economia dO Globo, é muito ligada a Ali Kamel, ex-operador do esquema. Silvia é talvez o melhor cão de guarda que Ali tenha na emissora. Ela ficará na cozinha, cuidando de tudo o que vai para o ar em termos de conteúdo. Atende como poucos aos interesses do patrão. Repare que, no caso de Silvia, ela acumulará poder não só dos jornais de rede, mas também em praças importantes além de Brasília, como: Belo Horizonte (leia-se Aécio Neves) e Recife (leia-se Eduardo Campos).

3- Silvia terá o papel mais importante de todos na emissora, no sentido de dar as diretrizes da cobertura. Vai apitar inclusive no Globo Repórter, Globo Mar e Profissão Repórter, produtos sob supervisão de Renato Ribeiro, o que no meu entender mostra que "Renatinho" não estava deixando a direção muito satisfeita. Para não dizer que Renato só perdeu, ganhou como prêmio de consolação o Globo Rural e o Bem-Estar, que tende a virar quadro no novo programa da Fátima Bernardes. Isto é, se sair mesmo do papel. Portanto, quem já teve alguma desavença com a Silvia trate de por as barbas de molho. Quem assume o posto dela em Brasília é Mariano Boni, outro fiel operador do esquema Marinho.

4- Quanto aos correspondentes, esqueçam. As trocas são comuns. Poucos têm paciência para fazer stand-up em frente ao prédio da emissora para juntar numa colagem de texto e imagens de agência de notícias. Ser correspondente internacional já foi um prêmio de prestígio. Hoje é um fardo. Nem o salário compensa mais. Portanto, a volta de Fachel, Giuli e Bassan estão dentro do previsível. Para o lugar deles segue uma fila de interessados, que vira-e-mexe é furada por um repórter que tenha Q.I., ou que se presta a determinados serviços sujos e depois recebe a viagem de prêmio.
Para concluir, o prognóstico é mais do mesmo. Por enquanto!

sábado, 17 de dezembro de 2011

"Ser 'mãe de verdade', uma reflexão sobre o lamentável caso do cachorro torturado"


Por Vanina Cruz

"Ser 'mãe de verdade', uma reflexão sobre o lamentável caso do cachorro torturado"

A primeira vez que vi a triste história do cachorrinho e da enfermeira foi na televisão. Depois, ví vários textos, mensagens e fotos criadas no intuito de mostrarem indignação a tal ato. Levei um tempo para finalmente ver o vídeo. Propositadamente me dei esse tempo e esperei a poeira baixar um pouco. Por que antes de tudo algo me dizia que eu precisaria ter um pouco de estômago, como se costumam dizer...

Foi duro permanecer até o fim. Mais do que pensarmos na idéia de que ela "matou" aquele pequeno cão, fica a tristeza da tortura ao qual o cão foi submetido...nem preciso lembrá-los que diante da própria filha.

Aliás, é sobre isso que quero falar aqui. Como mãe, devo dizer que "mães de verdade" sabem a hora exata de ter ou não um animal de estimação, momento que marca a infância de todos, independente de classe social.

Como mãe prefiro a dor de dizer não à meus filhos que insistem cotidianamente, explicando para eles que o apartamento minúsculo e a falta de tempo e condições para os devidos cuidados que esse ato requer são de fato empecilhos reais. Assim, vamos adotando os animais da casa da avó e sempre que podemos, compramos um biscoitinho para presenteá-los quando vamos visitar...

Quero dizer que "mãe de verdade" se depara com o dilema de ter que acolher o filho no momento em que um animal de estimação adoece ou vem a falecer...nessa situação as crianças costumam refletir e trazer à tona uma série de pensamentos sobre a vida e a morte e seus mistérios.

"Mães de verdade" jamais matariam um animal. Muito menos matariam um animal, assim, de forma perversa e fria, justo na frente dos filhos...

"Mães de verdade" não têm animais de estimação caso não possam. E entendem que ter um animal é uma atitude de compromisso e responsabilidade. Um animal não chega à sua porta pedindo para ser adotado. Ter um animal é uma escolha.

"Mães de verdade" sabem o que significa limites. Afinal, criança estão o tempo todo nos fazendo pensar e agir baseado neles.

Como não interromper seu desatino frente àqueles olhos que brilhavam cheios de dor e de impotência? Essa mulher, não vou nem chamar de enfermeira porque ela simplesmente não representa profissão nenhuma, nenhum diploma que possua é digno de ser citado... Afinal, ela não tem ética, não tem moral, não tem pudor. Essa mulher, definitivamente não é uma "mãe de verdade".

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

“Eminente” FHC está uma fera! Que medo!


Por Altamiro Borges, em seu blog

O livro “A privataria tucana”, de Amaury Ribeiro, deixou FHC irritadíssimo. O “eminente”, “notável” e “ilustre” ex-presidente do Brasil privatizado e de joelhos para o FMI sentiu o baque. Ele está uma fera. Uma semana após o lançamento do livro, ele divulgou hoje uma nota dura contra o premiado jornalista e exigiu medidas urgentes do seu partido, o entreguista PSDB, para silenciá-lo:


Reproduzo alguns trechos da nota (quem quiser ler a íntegra procure no sítio do PSDB, se é que os lerdos já publicaram) com breves e carinhosos comentários entre colchetes:

*****

A infâmia, infelizmente, tem sido parte da política partidária [que o digam alguns líderes do seu partido, como o senador Álvaro Dias e o rejeitado Arthur Virgílio, a mídia demotucana e alguns “calunistas” adoradores de FHC]. Eu mesmo, junto com eminentes homens públicos do PSDB [eminentes e derrotados nas urnas], fomos vítimas em mais de uma ocasião...

Na mesma tecla da infâmia, um jornalista indiciado pela Polícia Federal por haver armado outro dossiê contra o candidato do PSDB na campanha de 2010, fabrica agora "acusações", especialmente, mas não só, contra José Serra [mas o seu ex-ministro da privataria não é conhecido exatamente por contratar arapongas e montar dossiês; até o mineiro Aécio Neves sabe disto]...

Na audácia de quem já tem experiência em fabricar "documentos" [mas o Amaury não ganhou vários prêmios de jornalismo, não trabalhou para os principais veículos da imprensa?] se peja em atacar familiares, como o genro e a filha do alvo principal, que, sem ter culpa nenhuma no cartório, acabam por sofrer as conseqüências da calúnia organizada, inclusive na sua vida profissional [na campanha presidencial de 2010, os tucanos é que ficaram famosos por difundirem que Dilma matava criancinhas, que Lula intentara um estupro e inúmeros outras baixarias].

Por estas razões, quero deixar registrado meu protesto e minha solidariedade às vítimas da infâmia e pedir à direção do PSDB, seus líderes, militantes e simpatizantes que reajam com indignação [não vai ser fácil! O partido está rachado, com penas voando para todos os lados. Aécio, Serra e Alckmin não se entendem. Alguns tucanos, inclusive, já abandonaram o ninho bichado].

Chega de assassinatos morais de inocentes [mas não é FHC que está numa jornada insana, acusando Lula de “corrupto” e exigindo que Dilma rompa com a herança do seu antecessor]. Se dúvidas houver, e nós não temos, que se apele à Justiça, nunca à infâmia.

[Nesse ponto eu concordo. A Justiça deve se pronunciar. Deve abrir todos os documentos do processo de privatização em seu governo. Deve exigir os dados sobre as contas secretas nos paraísos fiscais. Deve acionar os que violaram o sigilo de milhões de brasileiros, como a filha de José Serra. Chega de infâmias e de cinismo!].